terça-feira, 11 de junho de 2013

PARA O NAMORO CRISTÃO - COMO ACARICIAR UMA MOÇA

PARA O NAMORO CRISTÃO - COMO ACARICIAR UMA MOÇA 

Existe uma referência ao “retângulo do Dr. Tabuenca”, e que pode ser útil no estabelecimento de limites para as carícias. Segundo Tabuenca, deve-se imaginar um retângulo que vá da altura e da largura dos ombros da moça até seus joelhos (talvez mais abaixo seja melhor). Tudo o que fica de fora desse retângulo imaginário pode ser acariciado. Acariciar o que fica dentro do retângulo pode levar à excitação sexual e ao pecado, ainda que mesmo “apenas” na mente. E daí ao “ponto de não retorno”



GIDEONE PIMENTEL

sábado, 11 de maio de 2013

MÃES DO SÉCULO XXI


MÃES DO SÉCULO XXI

Salomão após ter tomado posse como regente e rei do povo de Israel, teve uma visita inesperada em sonho. Deus lhe apareceu ficando a sua disposição para que o mesmo pedisse o que quisesse (1º Reis 3.5). Por conseguinte, diante do desafio que tinha, pediu ao supremo sabedoria para julgar o grande povo.
        E agora? Como dar um certificado a este rei que passará a ser conhecido como homem mais sábio em Israel? Todos esperam ansiosos por um feito miraculoso que possa ser reconhecido até em cartório e que os maiores cientistas não contestem e se curvem diante à sua majestade (Salomão) ou Majestade (Jeová).
        E então, vamos esperar muito? – Claro que não, senhoras e senhores. O nosso ilustre rei terá seu teste de fogo. Será um teste de DNA (pasmem vocês).
        Mas em Israel naquela época teria essa tecnologia? Perguntaria um médico. – Claro que não, estamos falando de sabedoria na terra. Ele descobriria a verdadeira mãe.
O rei tinha uma difícil situação. Duas mães que chegam com uma criança contando cada uma sua história. O rei escuta e dá o veredicto: parte ao meio a criança. Ouve-se um brado da verdadeira mãe, pedindo que tal não fizesse (v. 26), o rei conheceu a verdadeira mãe dando-lhe a criança.
        Esta história retrata bem a mãe do nosso século, onde em nossos dias, mães matam seus filhos enquanto dormem no seu ventre ingerindo bebidas alcoólicas, tragando um cigarro e até usando drogas ilícitas. São mães que, quando um filho vem ao mundo, o habitat que a criança encontra são as lagoas, rios, portas de casas e não o braço aconchegante e protetor da mesma.
        São mães que roubam o bebê que não é seu, não atentando tão grande dor que sente a mãe roubada. Mães que são juízas, que batem o martelo dando a sentença ao filho que está no seu ventre: “digno de morte”. Sem pelo menos que a criança pudesse perguntar: qual o meu crime?
Calma! Não acabou. A mãe do século XXI abre seu ventre para o comércio permitindo ser usado como produtor de remédio da mais alta qualidade. Ela gritará nas praças: – quer ser curado? Posso produzir seu remédio. Ou então, leremos no jornal em seus classificados: oi, sou fulana de tal, estou produzindo remédio para a sua cura por apenas... (não vale apenas dar valores), estou a sua disposição por 24 horas e o preço a combinar.
        Então gritaria a verdadeira mãe: Ah! Senhoras e senhores do século XXI, deixai o menino vivo, de modo nenhum o mateis (1º Reis 3.16).
        Faltam mães com sabedoria para descobrir o verdadeira  sentido da vida.



sábado, 27 de abril de 2013

UMA LUTA IMPORTANTE COM UM QUADRO DE CRISE NAS INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS EVANGÉLICAS - IRE

UMA LUTA IMPORTANTE COM UM QUADRO DE CRISE NAS INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS EVANGÉLICAS - IRE



Um bom vídeo para reflexão.
Então vamos lá...

1 - Acredito que quando ela quer falar em igreja na verdade ela quer dizer IRE (Instituição religiosa Evangélica). Pois, a igreja de Cristo essa continua triunfante e não está parada. Portanto, as portas do inferno não vão prevalecer contra ela.

2 - Como as IREs, que são partes representantes do Reino de Deus na terra, podem fazer a diferença se estão mais preocupadas em fazer campanhas (cultos utilitaristas), subir ao monte (misticismo), as escolas dominicais estão vazias e não se tem apoio para as crianças (se preocupam mais com mutirões do que a educação infantil), nos congressos e pre-congressos de jovens deveriam se preocupar com estudos envolvendo essas causas e o que fazem - culto de retete -, abandonam missionários no campo, cada "pastor" esta preocupado com sua IRE em crescer em número e tamanho físico, estão mais preocupados com cultos de prosperidades e outras coisas.
3 - Ela bem salientou que fora violentada por dois "pastores" na infância. Será que alguém quando descobriu e quis denunciar esses PILANTRAS foi coibido pelo fato de estar falando do "UNGIDASSO" e desta forma não poderia "TOCAR " no "UNGIDO"? Onde está nossa postura de PROTESTANTES? Não estamos apáticos diante da realidade de nossas IREs com medo de perder nossos cargos, títulos, status, nomes e ficar EXCLUÍDOS por falar a verdade?

Em vista do que fora exposto. Gostei da explanação da IRMA, ainda que não concordo com essa designação de "pastora", mas me alio a ela nessa luta e vejo que deve ser a luta de todas IREs se querem fazer a diferença. Contudo, fica aqui algumas reflexões: será que não temos que ARRUMAR primeiro nossa casa - as IREs - para depois querer cobrar alguma mudança desse mundo em pecado? E ainda se o mundo jaz no maligno teria como esperar alguma melhora?

GIDEONE


segunda-feira, 22 de abril de 2013

HOMOAFETIVIDADE, LIBERDADE E FÉ


Por Pb Jefferson Pontes

HOMOAFETIVIDADE, LIBERDADE E FÉ

(Que os "evangélicos" me perdoem)

Todo esse debate sobre o Dep. Marco Feliciano, a homoafetividade, a fé, e tudo mais me faz pensar.

Uma das maiores conquistas pós-Iluminismo é a separação do Estado e da religião. O Estado é um ente soberano, que tem a força de fazer obrigar as pessoas a adotarem determinadas condutas (comissivas ou omissivas). Se não houve essaseparação, o Estado então poderia obrigar que posições religiosas fosse adotadas por todos. Isso seria terrível.

Por isso, os "evangélicos" (e outros cristãos) que me perdoem, mas entendo que não podemos (e não devemos) proibir a liberdade de opção sexual. O Estado deve tratar todos de forma igual, protegendo os mais desfavorecidos, defendendo a liberdade. Minha opinião pessoal "de fé" é contrária a homoafetividade, mais isso é uma questão ética e de fé que não posso fazer com que os outros sigam.

Assim como não posso obrigar que alguém tenha fé em Jesus, também não posso obrigar que aceitem a Bíblia e que não sejam homossexuais. Acredito que a orientação sexual é uma decisão individual.

Acredito que é legitimo que o Estado "legalize" a questão homoafetiva. Se querem legalizar, que legalizem!!! Acredito que nossas opiniões "de fé" não podem intervir nas decisões do Estado em assuntos como estes, sob pena de corrermos o risco de violar a liberdade religiosa. Imagine se a maioria católica fosse ao Congresso buscar a aprovação de lei concernente a determinado dogma.

O Estado não pode ser usado para esses fins de impor posições ético-bíblicas. Nesses temas o nosso papel é de evangelização e de ensino, fazendo convencer o mundo, pelo Espírito Santo, do pecado, da justiça e do juízo. Esse é o nosso papel!! Não temos o direito de usar o Estado para impor nossas posições bíblicas. (IN)felizmente (?) vivemos em uma democracia e não em uma teocracia.

Acredito que podemos (e devemos) lutar contra a autorização ao aborto, pois ninguém tem o direito de matar. Mas, entendo que as pessoas tem direito em escolher com quem irá casar (se com homem ou com mulher). Talvez, devamos lutar (e acredito que devemos) contra a adoção por homossexuais, pois ai é uma questão de defesa dos direitos das crianças.Também, devemos lutar contra a intervenção do Estado nas nossas posições "religiosas", por isso legalizar a homoafetividade não autoriza intervir na liberdade religiosa - não se pode obrigar que padres e pastores façam casamentos homoafetivos. Esses e outros pontos podem (e devem) ser por nós defendidos.

Espero que me compreendam (aceito criticas). Abraço

terça-feira, 26 de março de 2013

MOTIVOS PELOS QUAIS EU NÃO ORO NOS MONTES



Por Estélio Batista

MOTIVOS PELOS QUAIS EU NÃO ORO NOS MONTES
Somos servos de Deus, libertos pela graça que o Eterno e Soberano derramou sobre nós (Ef 2. 8,9). Fomos comprados na cruz pelo sangue de Jesus Cristo nosso salvador. Ali, o eterno Mestre, expôs os principados e potestades ao ridículo (Cl 2. 14,15). Por isso podemos cantar a plenos pulmões: “foi para liberdade que Cristo nos libertou” Gl 5.1. Considerando essas questões fundamentais, passo a expô os motivos pelos quais não oro nos montes:
1º) MOTIVO - A Bíblia Sagrada – Embora Jesus Cristo tenha orado nos montes algumas vezes, ele nos recomenda que oremos em nossos quartos. Cabe ressaltar ainda, que qualquer um que conheça o mínimo da geografia de Jerusalém sabe porque Jesus orou nos montes em algumas ocasiões - Jerusalém é construída sobre eles! É preciso muito esforço para conseguir orar em uma planície de Jerusalém. Além disso, o Novo Testamento apresenta Jesus Cristo orando nas Sinagogas, nas casas dos irmãos e em lugares desertos. Então fica a pergunta: por quê a ênfase nos montes? A resposta é simples: é o desejo carnal de fazer diferente, parecer melhor e espiritualmente superior aos irmãos. Jesus condenou essa atitude nos fariseus.
2º) MOTIVO - A Semelhança ao Paganismo – Jesus é o rei do universo. Não há um só lugar onde o nosso Senhor não tenha o domínio total e absoluto. Contudo, devemos atentar para as advertências que as escrituras fazem sobre os perigos da fé sincrética, híbrida e burrificada. Todos os povos pagãos, dos cananeus aos astecas; dos celtas aos maias; e dos hindus as tribos indígenas mais remotas na América do sul, sempre cultuaram seus deuses nos lugares elevados, pois acreditavam que isso lhes traria maior benefício. Agora vejam, não é isso que pensam, em sua grande maioria, aqueles que frequentam os montes e montanhas para orar? Ressalto, não é pecado ou errado orar em lugar algum. Mas, devemos nos preocupar com a motivação de milhares de pessoas que frequentam esses lugares sem qualquer instrução quanto aos riscos da busca pelo sobrenatural fora das escrituras.
3º) O MISTICISMO – Podem existir exceções, mas via regra, os frequentadores dos montes são aqueles que gostam da pirotecnia sobrenatural e do fenomenalismo. A maioria é formada por pessoas que não gostam de estudar as escrituras, dos cultos de estudo da palavra e das reuniões de oração em lugares mais comuns. Gostam da experiência com o mundo espiritual, vão além da bíblia (como se essa não fosse suficiente) e não atentam para os riscos advindos da exposição a experiência com demônios.
Essas figuras frequentam os montes por que pensam que ali há algo muito especial que faz com que o poder de Deus se manifeste. Vários líderes evangélicos neo-pentecostais afirmam que por estarem em um lugar elevado estão assim mais próximo de Deus. Cabe ressaltar que esse tipo de pensamento é uma figura do paganismo primitivo que as escrituras condenam (Dt 12. 1-3).
4º) O LEGALISMO – Por quê o monte é muito mais frequentado do que as reuniões de oração nos templos ou nas casas dos irmãos? Repito, deve haver exceções muito embora eu não conheça. Mas, a regra é o sacrifício para atrair a atenção da divindade para o seu esforço. É a maldita teologia da retribuição, onde todos devem fazer por merecer o favor da divindade. Além disso, existe ainda o aspecto farisaico da questão: “os frequentadores dos altos são mais espirituais”. Nunca ouvir alguém se vangloriar por não fazê-lo. Vale ressaltar que esse não é apenas um pensamento comum aos fariseus nos dias de Jesus Cristo, que faziam questão que todos percebessem que eram homens espirituais, mas também, uma herança do catolicismo romano onde o esforço, a penitência e a sacramentilização de determinados atos confere graça.

Minha conclusão é a seguinte - O crente sincero sabe que o Senhor vai ouvi-lo, e responderá suas orações em qualquer lugar (segundo Sua soberania e graça). Não existem lugares místicos, santos ou especiais, além do coração daqueles que Jesus já lavou com o seu precioso sangue. Tem mais, sabem que já não precisam demonstrar esforço para merecer o favor de Deus. São os pagãos que pensam assim. Dito isto, vamos orar para que o Senhor liberte esse povo dos modismos, da cultura romanista e dos rudimentos do mundo pagão. Que haja em cada coração liberdade para servir ao Senhor sem a preocupação mística, legalista ou qualquer outro tipo de imposição. Em Espirito e em verdade.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

ONTOLOGIA E DEONTOLOGIA







ONTOLOGIA E DEONTOLOGIA

POR JEFFERSON PONTES

A distância entre Deus e o Homem não é moral, é ontológica, pois pecado não é o que eu faço, é o que eu sou. (Ed René Kivitz)


Essa afirmação do Kivitz me fez pensar bastante em vários aspectos. Por exemplo, se o cerne bíblico é ontológico, porque nela há diversos modais deontológicos?

Em outras palavras, se não há nada que façamos que nos aproxima de Cristo, se o homem é dado ser filho de Deus (relação ontológica) por um ato do próprio Deus, porque a Bíblia estabelece tantas regras, ordens e mandamentos (relação deontológica)? Afinal, se nossa relação com Deus é ontológica, porque há tanto mandamentos e ordens (deôntico)?
Parece intrigante e confusa, mas acredito que é de simples solução.

Estávamos distantes de Deus, como inimigos (Rm 5:10), porque o pecado em nós assim nos separava do Santo (Gl 5:4). Mas, em Jesus, nossos pecados foram perdoados, fomos justificados, sem nada merecer e sem nada fazermos (até porque, nada poderíamos fazer para apaziguar a ira de Deus). Neste ato gracioso de Jesus, fomos feitos filhos de Deus (Jo 1:12), nascemos de novo (3:4), fomos ontológicamente transformados. Agora, temos livre acesso ao Pai, pelo sangue de Jesus que nos limpou e consagrou (Hb 10:19).

A Bíblia está cheia de mandamentos (Dt 27- 28; Ef 4:22-29; Cl 3:1-4:6); A questão deontológica da Bíblia não tem nada a ver com a salvação. Tem a ver com a transformação à imagem de Cristo de “glória em glória” (1 Co 3:18). Embora sejamos filhos de Deus, ainda vivemos em como peregrinos, em um intervalo do cronos, entre o “já e o ainda não” (1 Jo 3:2). Vivemos em um angustioso conflito entre nossos apetites egoístas, e o desejo de agirmos como verdadeiros filhos de Deus (Rm 7:14-24). Somos filhos, mas ainda (por vezes) agimos como se não fossemos. E aí que entra os modais deônticos (mandamentos, obrigações, proibições). Esses mandamentos nos ajudam a identificar um modus operandi como filhos de Deus, uma forma de viver, de conviver e de se comportar. O que um filho de Deus deve fazer? Como deve viver? Ali estão os mandamentos, como uma resposta. As ordenanças e proibições (modais deônticos) não são caminhos para a salvação (absolutamente não), mas são alternativas de uma vida em transformação à imagem de Cristo. Quer viver bem? Quer seguir (imitar) a Cristo? Obedeça os mandamentos, pois eles são caminhos de vida (Pv 4:20-22; 11:19; 12:18; 14:27).

Então, a obediência não tem a ver com ser salvo, tem a ver com ser imitador de Cristo, tem a ver com disciplina, tem a ver com renúncia própria, tem a ver com sacrifício racional (eu quero obedecer, mesmo que venha negar-me).

Que o Pai nos ajude a sermos como o seu Filho.

SILAS MALAFAIA EM DE FRENTE COM GABY


            









                   



          Após passar uma semana da tão comentada entrevista do ilustre pastor Silas Malafaia para a jornalista Marília Gabriela, pude fazer uma viagem virtual por diversos sites de relacionamentos, blogs e páginas de vídeos e observar muitos comentários relativos aos assuntos abordados durante a entrevista.
Sendo assim, podemos analisar alguns pontos, a partir  de alguns elementos diretamente envolvidos nesse processo:

1 – Marília Gabriela – ratifica o Mito da Neutralidade Jornalística. A apresentadora deixou transparecer conceitos ideológicos intrínsecos durante a entrevista.
Portanto, conforme, ela bem expressou no portal UOL, “Nunca tinha visto o Malafaia falando. Só havia lido. E entendi porque ele faz tanto sucesso como pastor. É muito enfático. Por isso, me senti na obrigação de dar o meu ponto de vista, uma coisa que não costumo fazer”.
Desta forma, Gaby, como é conhecida, demonstrou fragilidade em sua entrevista quando emite seu “ponto de vista”(Ibid).

2 – Silas Malafaia – mais uma vez demonstra ser muito enfático em seus argumentos. No seu discurso, em torno da homossexualidade, tenta deixar clara a diferença que deseja fazer entre pecado e pecador. Mesmo aparentando um certo nervosismo não recuou em seus posicionamentos.
Contudo, deixou a desejar na questão prosperidade quando interrogado pela repórter sobre a questão da igreja (instituição) ser mais beneficiada que os fieis.

3 –  Movimento dos Ativistas Gays – um de seus representantes o deputado federal Jean Wyllys deixou claro a intolerância que eles encaram quando o assunto lhes atingem diretamente.

Assim, expressou-se o deputado: Se esse vendilhão do templo homofóbico e semeador de ódio não tivesse horário na tevê aberta nem falasse à grande mídia, poderia ignorá-lo. De todas as homofobias, a mais chata é aquela que vem disfarçada de ‘preocupação’ com problemas ‘mais sérios’: por que não falar da fome?" pronunciou-se Jean Wyllys, pelo seu Twitter.

4 -  Ciência – foi postado um vídeo onde um geneticista por nome Eli Vieira tenta desqualificar as afirmações do referido pastor. Entretanto, poderíamos questionar essas afirmações dentro de uma perspectiva do Mito da Neutralidade Científica, aja vista que, o mesmo pode está legislando em causa própria e a ciência, no mundo contemporâneo, não é considerada a ultima palavra. Pois, é sabido que, para se fazer uma análise desapaixonada de qualquer tema, é necessário que o pesquisador mantenha uma certa distância emocional do assunto abordado.
5 – Silvio Santos – esse, então, foi o mais beneficiado da história. O homem do baú da felicidade transbordou em felicidade diante da audiência que chegou sua modesta TV. Segundo o IBOP o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) ficou em segundo lugar no horário deixando para trás a Rede Record.
Com isso, ele já está planejando uma nova entrevista para o segundo semestre, conforme afirma o jornalista de Veja Lauro Jardim.



Tendo em vista o exposto, concluo que: segundo os escritos bíblico a homossexualidade é pecado conforme lemos em Romanos 1.26,27 “Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão.”
Creio que a melhor forma para toda essa discussão seja uma mostra real da GRAÇA por parte de todos aqueles que se dizem cristão.

FONTES DE PESQUISAS

            http://www.youtube.com/watch?v=E847XI23tBk
 http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/met03.htm)
http://portugues.christianpost.com/news/silas-malafaia-no-de-frente-com-gabi-discurso-ninguem-nasce-gay-causa-reacoes-de-jean-wyllys-14367/
http://www.purepeople.com.br/noticia/apos-polemica-e-boa-audiencia-sbt-quer-outra-entrevista-com-silas-malafaia_a2259/1


Soli Deo Gloria

GIDEONE PIMENTEL